Transporte aéreo

Transporte aéreo: crise e desafios

Os atos de destruição recentemente perpetrados por terroristas nos EUA tiveram como características principais a ação globalizada - provavelmente envolvendo um sistema amplo e interligado de terror - e a complexidade no planejamento e execução das operações. Para o transporte aéreo, as consequências foram catastróficas. A aviação comercial sempre foi muito sensível às oscilações da atividade econômica, e alguns fatores já vinham contribuindo para o delineamento de um cenário de retração. Entre outros, a queda no nível da atividade econômica e as dificuldades financeiras resultantes da capitalização excessiva como resposta à competição acirrada.
Vale lembrar que o excepcional dinamismo e a crescente competitividade do mercado do transporte aéreo mundial propiciaram, nas últimas décadas, a incorporação de tecnologias de ponta, geradas nas mais variadas áreas do conhecimento humano.
Por outro lado, entre 1965 e 1995, ocorreram, na aviação comercial norte-americana, a queda sistemática dos custos unitários e das tarifas em termos reais, estimada em cerca de 30%, e o aumento da produtividade por empregado, em cerca de 3% ao ano. Tal desempenho não teria sido possível se não houvesse incrementos significativos na demanda, que apresentou crescimento médio anual da ordem de 5%, ou seja, quadruplicando no período.
Enquanto os custos decresceram em termos reais, o transporte aéreo foi se tornando uma opção concreta para um número crescente e significativo de pessoas. Voar, que era uma prerrogativa exclusiva dos ricos, foi deixando de ser um luxo para se tornar uma necessidade para a grande maioria dos usuários.
Nos EUA, o avião passou a representar o grande símbolo de mobilidade, liberdade e encurtamento das distâncias e barreiras geográficas. Não deixa de haver uma amarga ironia no fato de esse grandioso símbolo da inventividade e racionalidade dos homens ter servido para paralisar momentaneamente a nação americana e jogar numa crise sem precedentes a aviação comercial. A partir de agora, e não se sabe por quanto tempo, o quadro será de demanda em declínio e custos crescentes com dispositivos e procedimentos de segurança, que afetarão, inclusive, as rotas aéreas, etapas de vôo e logísticas de abastecimento das aeronaves.
As empresas aéreas tiveram, por décadas, ganhos de eficiência, que decorreram: a) da evolução tecnológica das aeronaves e motores; b) da melhor utilização dos recursos financeiros, humanos e materiais; e c) dos aumentos persistentes da produtividade dos funcionários das empresas. É lamentável que sofram retrocessos.
Não é de estranhar, pois, que o governo norte-americano e a União Européia estejam dispostos a compensar as empresas aéreas pelos prejuízos decorrentes dos dias em que os seus espaços aéreos permaneceram fechados, além da cobertura dos custos com seguros. Por outro lado, a atividade do transporte aéreo deverá reestruturar-se rapidamente em escala mundial. Na UE, por exemplo, estima-se que só sobreviverão a médio prazo quatro ou cinco empresas aéreas com vocação internacional, ao lado de um conjunto de companhias regionais. Mas é claro que essa reestruturação não se deve apenas à crise desencadeada pelos atentados. Como foi dito, ela se deve, também, a fatores estruturais relacionados com a evolução recente da aviação comercial.
Ante o acirramento da competição que veio no bojo da chamada globalização, uma das características dos anos 90 foi a busca de alianças, acordos e parcerias para superar dificuldades. Nesse sentido, os objetivos foram: a) racionalização de sistemas operacionais para evitar a capacidade ociosa e eliminar a superposição de linhas e frequências; b) redução de custos administrativos, de operação e manutenção, por meio da padronização de sistemas de gestão, equipamentos de vôo e apoio de terra; c) maior fluidez no intercâmbio de conhecimento e transferência de tecnologia; d) criação de novos serviços e vantagens para o cliente; e e) maior capacidade de apresentar respostas criativas às exigências de qualidade, rapidez e conveniência.
No Brasil - pela extensão territorial e desequilíbrios regionais - a aviação comercial sempre foi fator de desenvolvimento. Contribuiu para a consolidação do mercado interno, o desbravamento de novas fronteiras de produção e a ocupação do território. Sua evolução tecnológica e organizacional resultou de um esforço conjunto do governo e da iniciativa privada, tendo havido uma contínua modernização dos sistemas de segurança e proteção ao vôo, das infra-estruturas aeroportuárias, das frotas e da produção de aeronaves. Nos anos 90, a transição da economia para um ambiente mais competitivo alterou paradigmas de proteção governamental, reservas de mercado e acomodação aos controles burocráticos ineficazes.
Hoje, temos necessidade de instrumentos de regulação, políticas públicas, sistemas inteligentes de gestão, parcerias público/privadas e estímulos à nova dinâmica do setor. A crise da aviação mundial nos afetará, mas temos fatores estruturais, anteriores, a corrigir. Apesar dos ganhos expressivos de eficiência, nossa aviação comercial tem custos elevados, pelos quais são grandes responsáveis os fatores institucionais: carga tributária elevada, tarifas e despesas administrativas com controles desnecessários.
Precisamos de uma regulação moderna para a aviação comercial apoiar um novo ciclo de desenvolvimento. Ou seja, uma regulação flexível o suficiente para conciliar a condição de serviço público concedido com a de atividade econômica regulada pela dinâmica do mercado. Uma das lições da crise americana é que a desregulamentação desordenada causou o declínio da segurança e qualidade dos serviços, assim como a competição predatória. As mudanças estruturais necessárias à aviação brasileira devem ocorrer, portanto, nos: a) arcabouços legal e institucional; b) formas de relacionamento entre os atores; e c) quadros organizacionais e operacionais das empresas aéreas.
Isso ocorrendo, as perspectivas são as de uma abertura para a dinâmica do mercado: reduzir o papel da regulação econômica - prolixa e ineficaz - em favor da regulação da segurança e qualidade. Alianças, acordos, parcerias e mesmo fusões - pelo lado das empresas aéreas - e regulação moderna - por parte do governo - deverão atender ao interesse maior dos usuários. A regulação deverá ser aberta, transparente e cooperativa, ou seja, da vontade de consenso entre os agentes envolvidos, com arbitragem exercida pela agência reguladora em favor dos usuários.
Finalmente, nada do que foi dito terá consequência duradoura sem a racionalização dos fatores exógenos que oneram, de forma abusiva, os custos da aviação comercial: impostos, encargos, taxas e tarifas.



Escrito por Eliane Barbosa Turíbio-Editora às 16h53
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Quem somos

Com uma carteira de diversos segmentos e operando diária Mil @ Meios Comunicações – é uma empresa de assessoria de imprensa e planejamento de comunicação institucional que atua como uma facilitadora de acesso a fontes e informações, divulgando sempre notícias de real interesse da imprensa, do mercado e da comunidade em geral. Seus serviços também contribuem para reforçar o posicionamento de marcas, produtos e serviços de empresas, órgãos públicos, entidades privadas e ONGs, com um trabalho planejado e integrado de forma harmônica às atividades globais da empresa ou do negócio do cliente.

Dirigida por profissionais com ampla experiência em comunicação e vivência em  marketing e promoções e uma equipe de jornalistas especializados nas várias áreas de atuação de seus clientes, a  Mil@Meios Comunicações está há mais de 18 anos no mercado e tem forte atuação em seu segmento.

Com amplo leque de serviços, a Mil@Meios  está pronta a atender aos mais variados perfis de clientes em suas diferentes necessidades de comunicação institucional. Desde a empresa ou organização que deseja divulgar um produto, com releases completos e fotos bem produzidas, até aquela que quer realizar um projeto de comunicação para lançamento de um produto inovador, com uma coletiva de imprensa, visita de jornalistas à área de produção ou um evento.

Com projetos em diversos segmentos, os profissionais da Mil@Meios  acabaram  adquirindo know-how em vários setores, entre os quais indústria, transportes, logística, courier, economia, industria farmacêutica, eventos, hotelaria e turismo, cosmética, gastronomia, shopping, embalagens, publicidade, telecomunicações, moda, alimentos, bebidas, terceiro setor, ecologia e varejo. Agora começa a desenvolver especialização nas áreas de informática e Internet, segmentos que estão exigindo novos instrumentos e abordagens.

A Mil @ Meios Comunicações - Assessoria de Imprensa tem como objetivo incorporar à sua empresa uma marca forte. Para isso, usa uma grande ferramenta: mídia. Com ela, construímos uma imagem de respeito, credibilidade, competência, fatores essenciais para uma instituição, entidade ou empresa.

• Foco: transformar sua marca em notícia
• Objetivo: dar, no mercado, força e credibilidade à sua marca
• Retorno: consolidação e referência de sua marca no ramo em que atua.


A meta constante do trabalho da MIL@MEIOS  é inserir os clientes na mídia. Para garantir sua satisfação, a MIL@MEIOS adota como filosofia de trabalho a busca por cada vez mais exposição do contratante, sempre criando e desenvolvendo
resultados, obtendo como retorno nossos grandes troféus:
• cliente exposto na mídia
• satisfação pelo trabalho contratado
• indicação de nosso trabalho para outras empresas ou instituições.

 

A MIL@MEIOS  é dirigida pela Jornalista Eliane Barbosa Turibio Lopes - MTB 18.687,  for Matric.Sind. 15 497-Fenaj,formada pela PUC-SP, atuando em jornalismo desde 1985, vasta experiencia em diversas editorias de jornais diarios, revistas semanais, TV, radio, assessoria de imprensa para Universidades, Empresas, Industrias, ONGS,Comercio e restaurantes.Fone contatoÇ 55 (11) 3682 4183

 



Escrito por Eliane Barbosa Turíbio-Editora às 16h42
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Capacidade de infra-estrutura de transportes brasileiro esta no limite

Aumento físico das exportações exige ação, diz AEB


Operando no limite de sua capacidade de infra-estrutura de transportes, o Brasil enfrentará dificuldades para ampliar volumes de exportação no médio prazo. A questão preocupa empresários do setor exportador, que temem colapso no escoamento das cargas brasileiras já a partir de 2005, quando a Associação de Comércio Exterior (AEB) prevê quantidades exportáveis de 410 milhões de toneladas, com alta de 11% na comparação com o previsto para 2004.
Grãos e minérios já garantem, por si só, crescimentos expressivos na demanda de logística do País, devido a novos contratos de fornecimento da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), a maior produtora e exportadora mundial de minério de ferro, e a esperada produção recorde de 65 milhões de toneladas na safra de soja do período 2004/2005.

Levantamentos feitos pela AEB revelam que, nos primeiros sete meses deste ano, o País embarcou ao mercado internacional 209 milhões de toneladas em mercadorias, quantidade 16,7% superior aos 179 milhões de toneladas escoadas em igual período do ano anterior. Para todo o ano de 2004, as projeções da AEB revelam embarques de 370 milhões de toneladas, com alta de 15% sobre 2003.
Somente em produtos básicos, onde se insere o grosso dos produtos do agronegócio, as quantidades exportadas somaram 160 milhões de toneladas até julho último, puxadas, principalmente, pelo minério de ferro, com 115 milhões de toneladas (ou 72% do total de básicos) e grão e farelo de soja, com 21 milhões de toneladas. Fonte: Gazeta Mercantil - 10/08/04

 



Escrito por Eliane Barbosa Turíbio-Editora às 16h34
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Escrito por Eliane Barbosa Turíbio-Editora às 14h47
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O ExpressShipper tornou-se o mais rápido software de desenvolvimento oferecido pela TNT

 

 

O ExpressShipper tornou-se o mais rápido software de desenvolvimento oferecido pela TNT

 

Mais de 25.000 acessos mensais globais ao EspressShipper  da TNT , fazendo dele um dos mais bem sucedidos softwares desde que foi lançado em 2003. Recentemente ele tem aumentado o lucro e até atraído mais cliente.

Especificamente objetivando os pequenos e médios negociantes, o ExpressShipper tem um footprint tão pequeno que pode ser baixado da Internet, contudo permite o cliente fazer tudo o que alguém pode esperar de um moderno aplicativo de remessa. Uma vez que o software é baixado da www.tnt.com ou instalado em  cd, os clientes podem preparar a carga deles quando quiserem em seus próprios Pcs. Quando eles estão prontos,  simplesmente imprimem um documento contendo um PDF barcode que pode então ser mapeado no depósito sem nenhuma necessidade de entrar com mais dados.
Disponível na linguagem local, simplicidade tem sido a chave do enorme sucesso do ExpressShipper: "Desde o primeiro lançamento, nossos clientes tem elogiado a riqueza descritiva toda controlada de uma tela  de Administrador de Remessas fácil de usar ", disse Steven Mattews,  Gerente Senior de Sistema de Negócios.

 

"Agora o ExpressShipper está ainda mais atraente para o cliente porque ele pode fornecer através de um  módulo comunicador, o qual permite que ele automaticamente conecte com a TNT via um link codificador para a internet. Isto significa  que ele pode enviar do mesmo modo tarefas como levantar uma coleção de pedidos, obtendo informações de tarifas personalizadas, mandando notificações e emails para o receptor e mandando os dados da remessa do cliente direto pata a TNT," ele explicou.

 

Segundo Roberto Rodrigues , diretor de vendas e marketing da TNT Express do Brasil, o cliente tem o benefício de usar o poder da internet sem a necessidade de estar permanentemente conectado nela, enquanto a TNT se beneficia da melhora da eficiência pelo recebimento dos pedidos dos clientes e remessa de dados diretamente no nosso sistema."



Escrito por Eliane Barbosa Turíbio-Editora às 14h43
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TNT Sistema de Informações, Espanha e Alemanha alcançaram ao todo 5 Estrelas

 

TNT recebe do Conselho Britânico de Segurança(BSC)  o
prêmio de Segurança e Saúde, em Londres

 

TNT Sistema de Informações, Espanha e Alemanha alcançaram ao todo 5 Estrelas;  Itália e Suíça ambas alcançaram 4 Estrelas, Benelux e Estônia cada uma alcançou o crédito por 3 Estrelas

Algumas unidades de negócios da TNT Express colecionaram as Cinco
Estrelas do Prêmio Saúde e Segurança Administrativa
durante uma cerimônia organizada pelo
Conselho de
Segurança Britânico (BSC)
em Londres.
A cerimônia de  premiação reconheceu as realizações
feitas em termos de administração de segurança e saúde
pelas 26 empresas, incluindo
Cadbury Tredor Bassett,
Caterpillar, Dunlop e Siemens.
O anfitrião do evento, David Ballard, diretor Geral do
BSC, iniciou a apresentação destacando a importância
da saúde e segurança no ambiente de trabalho e repetiu
constantemente  a necessidade de adaptar as melhores
práticas filosóficas na ordem para alcançar os mais
altos padrões.
Um total de sete unidades de negócios e países
receberam os prêmios:
TNT Sistema de Informações,
Espanha e Alemanha alcançaram ao todo 5 Estrelas; 
Itália e Suíça ambas alcançaram 4 Estrelas, Benelux e
Estônia cada uma alcançou o crédito por 3 Estrelas
.
 "Esse reconhecimento público de nossos esforços
é uma excelente recompensa para todos os esforços que
a TNT tem feito na área de segurança e saúde e
proporciona um forte encorajamento para continuar com
o nosso objetivo de nos tornarmos a primeira empresa
no mundo a obter 5 Estrelas de segurança e saúde
administrativas um reconhecimento mundial, afirmou Hari Thind,

Diretor ambiental de Saúde e Segurança.  Segundo ele, alguns

países estão  orgulhosos dos resultados que eles já  tem sido

assinalados por auditorias para este ano e para 2005.

“ São nossa paixão e dedicação à saúde e à segurança nos tornará hábeis

para promover melhorias  nos nossos padrões, mantendo saudável e
seguro o ambiente de trabalho para os nossos
funcionários e alcançando o reconhecimento que a
empresa merece como indústria e líder global em termos
de segurança e saúde” .

 

 

 

 



Escrito por Eliane Barbosa Turíbio-Editora às 14h41
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